CONHEÇA OS PRODUTORES

O belo-horizontino Matheus Félix é violinista, bandolinista, improvisador, arranjador, professor e compositor.  Transita pelos mais variados estilos, como música clássica, choro, rock, jazz, pop, flamenco e celta,  buscando o melhor que cada um pode oferecer. Essa variedade o torna um violinista diferenciado no mercado,já que, dominando as características do instrumento, é capaz de explorar seu potencial em diferentes nuances. Prova disso foi seu belíssimo trabalho nas bandas Músicas do Espinhaço e Menina do Céu, mesmo com sonoridades tão distintas.

Concluiu o curso de Bacharelado em Violino pela Escola de Música da UEMG, em 2010. Na Fundação de Educação Artística foi aluno de Rubner Abreu (musicalização, contraponto e harmonia) entre 2001 e 2003. No CEFAR- Palácio das Artes estudou com Rodolfo Padilha (violino) entre 1995 e 2001 e Nestor Lombida (arranjo e improvisação) em 2005. Participou de vários concertos com orquestras sinfônicas (de Minas Gerais, UEMG, Opus) e grupos de câmara diversos. Leciona violino há 10 anos.

Em violino, especializou-se também em festivais, workshops, oficinas, escolas de música e em aulas particulares com os professores Shinobu Saito (Japão), Edson Queiroz (UFMG), Eliseu Barros, César Timóteo (UEMG), Marcelo Guerchfeld, Götz Hartman (Alemanha), Eva Lohse (Holanda), Ricardo Herz, Hamilton de Holanda, entre outros.

Além dos trabalhos já citados, Matheus tem se dedicado a um novo projeto que coloca o clássico e refinado som do violino em um ambiente eletrônico. E assim, com técnica, inventividade e abertura para o moderno, vai construindo uma carreira sólida.

Aos 10 anos de idade, Rodrigo Lana já dividia as brincadeiras da infância com os estudos musicais. Em Carmo do Paranaíba, sua cidade natal, iniciou seu mergulho nesse mundo de conhecimento e experiências sonoras. Anos depois mudou-se para Belo Horizonte, onde concluiu o curso de extensão em piano e percepção musical (Fundação de Educação Artística, UFMG). Em 2007, entrou para a ESMU (faculdade de música da UEMG), onde se formou como Bacharel em Piano.

Fizeram parte de seu desenvolvimento importantes nomes da música, como André Mehmari (aulas de arranjo com o grupo Diapasão), Leandro Braga (piano na música popular), Nestor Lombida (música popular) e Rafael Martini (orquestração, arranjo e composição). Buscando aperfeiçoamento e inspiração em vários âmbitos, estudou também interpretação no piano com diversos professores: Mirta Herrera (Itália), Fany Solter (Alemanha), Luis Senise, Flávio Augusto, Viviane Taliberti e Abel Moraes.

Em 2004, foi idealizador do grupo de música instrumental Diapasão, no qual atuou como pianista, compositor e arranjador. Com o grupo gravou 2 discos e participou de importantes festivais, como Jazz a la Calle – Uruguai; Mostra da Nova Música Instrumental Mineira, com participação de Benjamim Taubkin e Décio Ramos (UAKTI); Savassi Jazz Festival; Sesc Instrumental Brasil – SP; Festa da Música e Projeto Música de Domingo.

Desde 2006, leciona piano e percepção musical. Nas aulas, tem como foco estimular seus alunos a compreenderem música como uma linguagem global, livre de preconceitos como “erudito” e “popular”.

Foi premiado em importantes concursos: BDMG Jovem Músico 2008 – música erudita;  melhor intérprete de música brasileira no Concurso Nacional de Piano de Ituiutaba – Ricardo Tacuchian 2008;  BDMG Jovem Instrumentista 2009 – música popular; tendo sido também finalista do BDMG Música Instrumental 2009 – composições e arranjo.

Rodrigo utiliza o piano de forma peculiar: reproduz melodias à sua própria maneira, dá vida aos sons que ele mesmo cria e sempre apresenta ao ouvinte o caráter percussivo do instrumento, sem perder a delicadeza. Dedica-se também a outras habilidades e tarefas que circulam a música, como sonorização, gravação, mixagem e produção.